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Petrobras eleva o querosene de aviação em cerca de 7%; diesel e gasolina seguem sem reajuste
Desde 1º/11, a Petrobras reajustou o preço do QAV (combustível de aviação) em torno de 7% (+R$ 0,45 por litro), citando restrição na oferta global de combustíveis aeronáuticos. Diesel e gasolina não foram alterados — o impacto fica concentrado em quem depende de frete aéreo e passagens.
Fonte: Ag. Cenário Energia (esclarecimento da Petrobras à imprensa), 03/11/2026 · Classificação: custo de combustível (CUSTOS) · Status: reajuste em vigor desde 1º/11/2026
Fontes · Status
Reajuste do
QAV noticiado em
03/11/2026 (Ag. Cenário Energia), com base em esclarecimento da
Petrobras à imprensa; vigência desde
1º/11/2026. A Petrobras
não divulga percentual oficial — ajusta por fórmula paramétrica de contrato; a imprensa cita variação de
~7,2% a 7,3%. Resumo e análise
autorais da Conceito; nenhum trecho do original foi reproduzido.
O que mudou. A Petrobras elevou em cerca de 7% (média) o preço de venda do querosene de aviação (QAV) às distribuidoras, o equivalente a +R$ 0,45 por litro sobre a tabela de outubro, com vigência desde 1º de novembro. A estatal atribui a alta à restrição na oferta global de combustíveis de aviação, puxada por tensões geopolíticas e perda de capacidade de refino no exterior.
Diesel e gasolina, por ora, sem mexida. É importante separar: este reajuste é só do QAV. A Petrobras não anunciou aumento de diesel nem de gasolina. Para a maioria das indústrias, comércios e distribuidoras, o efeito direto deste reajuste é pequeno — ele pesa principalmente em passagens aéreas e no frete aéreo.
Onde ficar de olho. O ponto de atenção não é o QAV em si, mas o pano de fundo: a defasagem acumulada do diesel frente ao mercado internacional segue no radar e pode gerar reajuste à frente — esse sim relevante para o custo de transporte rodoviário da maioria das empresas.
O reajuste do QAV, isolado, mexe pouco no custo da indústria. Serve de alerta: a pressão de combustíveis continua viva e o diesel é o próximo a observar.
Leitura da Conceito
O que reajustou e quanto: QAV +~7% (+R$ 0,45/litro) desde 1º/11, por restrição de oferta global. Diesel e gasolina continuam iguais. Impacto direto concentrado em frete aéreo e passagens — baixo para a maioria das indústrias e comércios.
Ação prática: se a empresa usa transporte aéreo de cargas ou tem orçamento relevante de viagens, revise o custo e, quando possível, renegocie ou antecipe contratos. Para quem depende de frete rodoviário, nada muda agora — mas mantenha no radar a defasagem do diesel, que pode virar reajuste e aí sim pressionar fretes e custos. Confirme preços na fonte oficial da Petrobras/ANP antes de repassar.
- O que subiu: QAV (combustível de aviação), ~7% / +R$ 0,45 por litro.
- Desde quando: 1º/11/2026.
- Diesel e gasolina: sem reajuste neste anúncio.
- Impacto: concentrado em frete aéreo e passagens — baixo para a indústria em geral.
- No radar: defasagem do diesel pode gerar reajuste à frente.
Fonte: Agência Cenário Energia — "Petrobras reajusta QAV em 7,2% em novembro...",
03/11/2026 (
cenarioenergia.com.br), com base em esclarecimento da Petrobras à imprensa.
Resumo e análise
autorais da Conceito Soluções Empresariais; nenhum trecho do original foi reproduzido. A Petrobras não divulga percentual oficial do reajuste (fórmula paramétrica); valores de ~7,2% a 7,3% são de imprensa. Confirme preços e tabela oficiais em petrobras.com.br e anp.gov.br antes de qualquer repasse.
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