O ciclo abre o segundo semestre com açúcar cristal em recuperação suave e ainda em patamar baixo, resina PET pressionada pela demanda de inverno/Copa e ácido cítrico estável, com câmbio e frete como principais riscos. A leitura de custo permanece favorável à revisão do custo-padrão dos refrigerantes.
| Data | R$/saca 50 kg | Var. diária |
|---|---|---|
| 02/07/2026 | 92,23 | +1,03% |
| 01/07/2026 | 91,29 | +0,02% |
| 30/06/2026 | 91,27 | -1,53% |
| 29/06/2026 | 92,69 | +0,41% |
| 26/06/2026 | 92,31 | -0,45% |
Após atingir mínimas nominais de três anos no início do período, as cotações domésticas ensaiam recuperação com oferta mais restrita. No mercado externo, o açúcar bruto (NY, Out/26) opera perto de US$ 14,8¢/lb, com atenção ao clima na Índia e à oferta global. Câmbio na casa de R$ 5,17/US$.
A resina PET reciclada (rPET) segue operando acima da virgem, mantendo pressão sobre o custo de embalagem e exigindo atenção ao diferencial de preço e às metas de conteúdo reciclado. A demanda por PET permanece aquecida pela sazonalidade de inverno e pelo consumo associado à Copa do Mundo, sustentando o preço no curto prazo.
O ácido cítrico mantém-se estável, com o custo de importação como fator determinante. Câmbio e frete internacional são os principais vetores de risco para acidulantes ao longo do trimestre.